EDITORIAL DA EDIÇÃO DE MAIO DE 2017

            Este mês comemorámos mais um dia da Europa, no dia 9 de maio, com uma interpretação do hino da União Europeia o “Hino à Alegria”, composto por Ludwig Van Beethoven em 1823 preparada pelos nossos alunos de Educação Musical.

            Num momento em que o ideal europeu atravessa uma crise profunda, impõe-se uma reflexão e uma responsabilidade: recordar os motivos da sua criação e o dever que temos para com as gerações a quem deixaremos o mundo.

            Aqueles que nos antecederam tiveram a infelicidade de viver os momentos mais negros da História da Europa: duas guerras mundiais, que tiveram como palco principal o nosso continente, provocando milhões de mortos e sofrimentos inimagináveis. Do meio de tanto sofrimento surgiu a vontade de poupar as futuras gerações aos horrores da guerra. Por isso, num tremendo esforço de generosidade, pondo de lado ódios e rancores, os nossos avós criaram para nós uma Europa de paz e de progresso, em que os países trabalham uns com os outros e não uns contra os outros, em que os talentos são usados para construir e não para destruir.

            Mas, passados todos estes anos, e não tendo nós vivido esses tempos difíceis, muitos começam a questionar o seu legado e, por toda a Europa, começam a surgir movimentos de contestação ao projeto europeu, alguns deles com muito sucesso eleitoral. Essa generosidade que os nossos avós sentiram, motivada pela experiência do sofrimento, deixou de fazer sentido para muitos de nós, porque temos vivido as nossas vidinhas com muito conforto e tranquilidade. E como crianças mimadas exibimos um egoísmo que faria corar de vergonha quem nos antecedeu, pondo em causa um projeto que, com a exceção do infeliz episódio da guerra na antiga Jugoslávia, manteve a Europa em paz nos últimos 72 anos!

            Esperemos que tanta imprevidência não acabe por ser paga pelos nossos filhos e pelos nossos netos, e que a Europa não volte a ser o palco dos conflitos e das confrontações que nos habituámos a ler nos livros de História. Porque os nacionalismos não costumam terminar de outra forma…

           

                        José Bento | professor coordenador do Clube de Jornalismo

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Aprender com a Biblioteca Escolar – Literacia da Informação

Com o objetivo de melhorar as competências dos alunos do 4º ano, no que diz respeito às tecnologias da informação e comunicação, o professor António Semedo dinamizou mais uma sessão de formação com a turma B da EB de Vila Nova do Ceira, da Professora Sandra Rosário, e a turma A da EB de Góis, da Professora Alice Abrantes.

A sessão, realizada no dia 26 de abril, na Biblioteca do agrupamento, consistiu na construção de apresentações multimédia (PPT) sobre a temática do Sistema Solar, com pesquisa web, formatação, animação e referências bibliográficas.

   

Entrevistas

Como prometido na edição anterior do Passo a Passo, publicamos de seguida as entrevistas às escritoras Isabel Ricardo e Manuela Ribeiro, convidadas para a Semana da Leitura e Encontros com as Artes 2017:

Entrevista à escritora Isabel  Ricardo

ALUNOS: Quantos livros já escreveu?

ISABEL RICARDO: Publiquei 31, mas tenho alguns escritos ainda não publicados.

A.: De onde vem a sua inspiração?

I.R.: A minha inspiração vem dos castelos que visito, do mar, da música que ouço, das viagens que faço… aparece de onde menos se espera.

A.: Já se encontra a escrever outra história? Se sim, será que pode desvendar um bocadinho da sua próxima aventura?

I.R.: Sim, é o próximo número da coleção dos aventureiros, mas ainda não tem título. O último que escrevi foi “A Morceguita destrambelhada”. Também estou a escrever um romance para gente crescida.

A.: Qual é o seu escritor favorito?

I.R.: São vários: Tolkien, Dan Brown, Agatha Christie, Enid Blyton, Eça de Queirós, Camilo castelo Branco, Júlio Dinis, J. K. Rowling, etc…

A.: E qual ou quais os seus livros favoritos?

I.R.: É aquele que estiver a escrever em cada momento. São como se fossem filhotes meus…

A.: Porque motivo teve que esconder dos seus pais a sua paixão pelos livros?

I.R.: Os meus pais eram muito conservadores, por isso achavam que quem lia livros não gostava muito de trabalhar…

A.: Qual foi a reação dos seus pais quando descobriram o seu fascínio pela leitura e pela escrita?

I.R.: Ficaram preocupados. Não gostaram nada!

A.: Na sua coleção de histórias, há algo que seja um pouco autobiográfico?

I.R.: Sim, a personagem da irmã da Cristina na coleção dos aventureiros.

A.: Que tipo de livros prefere escrever? Para os mais pequenos ou para os mais crescidos?

I.R.: Para todas as idades, desde que tenham muita aventura e mistério, situações engraçadas e muito humor. Porque o humor é muito importante na vida.

A.: Na sua opinião, qual foi o que encantou os mais jovens?

I.R.: Acho que “Os aventureiros” e “Os guerreiros da luz”. E também “O Fantasma das Cuecas Rotas”, que esgota todos os anos…

A.: Para além de escrever, o que gosta de fazer nos tempos livres?

I.R.: Gosto de ler, ir ao cinema, nadar, viajar, conhecer pessoas novas…

A.: Se eu quiser começar a escrever, o que me aconselha a fazer?

I.R.: Deves ler muito para desenvolver o vocabulário e a inteligência, para viajares através dos livros mesmo por locais onde nunca foste… Depois deves enviar para as editoras e ter paciência. Eu fui recusada muitas vezes. Estive 16 anos à espera para publicar o meu primeiro livro! Não deves desistir à primeira.

Alunos do 6º ano (perguntas da entrevista elaboradas nas aulas de Direção de Turma e de Português)

 

 

Entrevista à escritora Manuela Ribeiro

 

ALUNOS: O que a levou a escolher a profissão de professora?

MANUELA RIBEIRO: Não sei. Tenho vários professores na família …

A.: Gostou mais de ser professora da disciplina de Português, ou de Inglês?

M.R.: Gostei de ambas.

A.: Durante quantos anos exerceu o cargo de professora?

M.R.: Vinte e quatro ou vinte e cinco anos! Além da docência, também trabalhei numa empresa dinamarquesa.

A.: Em que escola gostou mais de leccionar?

M.R.: Gostei de todas!

A.: Sabemos também que foi bolseira. Em que consiste “ser bolseira”?

M.R.: Fui bolseira do governo holandês. Como eu e outros colegas do meu curso tivemos muito boas notas, o governo holandês ofereceu-nos um curso de Verão na Holanda.

A.: Também é tradutora … Em que língua gosta mais de fazer traduções?

M.R.: Já fiz traduções em várias línguas … alemão, inglês, italiano … gosto de todas, mas a língua alemã dá mais trabalho.

A.: Em 1998 começou a escrever. Acha que já começou muito tarde?

M.R.: Eu já escrevia antes … Nessa idade é que consegui publicar. Não foi difícil. Enviei para uma editora que não quis publicar, depois enviei para outra que gostou muito e publicou! A obra foi logo seleccionada para as “Olimpíadas da Leitura”!

A.: Na sua biografia diz que escreve as suas obras à mão. Não gosta de utilizar as novas tecnologias?

M.R.: Não sou capaz de escrever directamente no computador. Escrevo sempre tudo primeiro à mão. Senão, era capaz de não resistir e ir jogar o “Campo Minado”! Gosto de riscar e de escrever novamente, e até de escrever nas entrelinhas!

A.: Como nasceu o gosto pela escrita?

M.R.: Embora sempre tenha gostado de escrever, nunca me passou pela cabeça vir um dia a ser escritora. O primeiro livro que escrevi foi “Rapto em Londres”. Foi quando estava a corrigir testes de inglês do 5º ano e só via disparates … Mas depois também pensei que as aulas poderiam ser mais divertidas. Então resolvi escrever uma aventura onde falava das coisas mais divertidas de que se podia falar nas aulas. Foi essa história que acabou nas “Olimpíadas do Português”, como já referi. Entretanto, a editora que o publicou insistiu para que eu escrevesse outro e … depois outro… até que nasceu uma colecção.

A.: Qual a obra que mais gostou de escrever?

M.R.: Imaginem que tenho dezanove ou vinte filhos. Seriam todos diferentes. Se calhar, ralhava mais com uns do que com os outros, mas gostava deles todos. Assim, também gosto de todos os meus livros.

A.: Na sua opinião, qual das suas obras encantou mais os jovens?

M.R.: Não podemos gostar todos do mesmo … varia de pessoa para pessoa.

A.: Quanto tempo leva a criar uma obra?

M.R.: Cerca de um ano, porque escrevo apenas nas horas vagas. Os mais fininhos, demoro uma semana; os maiores cerca de dez ou onze meses. Não se esqueçam que, inicialmente, estava a dar aulas e só escrevia quando podia!

A.: Há algum livro de que não goste?

M.R.: É possível não gostar de um dos nossos filhos?! Se não gostasse, nem sequer o escrevia!

A.: Gosta mais de escrever narrativas ou poesia?

M.R.: Há dias! Depende do que me apetecer escrever no momento.

A.: Quantas obras já publicou? E já se encontra a escrever outra história? Se sim, pode desvendar um bocadinho da sua próxima aventura?

M.R.: Dezoito obras já publicadas. O décimo nono vai sair em breve. É um livro de poemas para crianças que comem a sopa toda.

A.: As personagens Miguel e Ricardo da sua colecção são inspirados em alguém?

M.R.: Por acaso, o meu filho Miguel tinha mais ou menos a idade da personagem de “O Rapto em Londres”. Acho que ele não me perdoaria se não me inspirasse nele! Para a personagem Ricardo procurei entre os seus colegas de turma, mas não me conseguia decidir. Por isso, usei a letra X para o identificar, até que decidi atribuir-lhe o nome do primeiro colega que o meu filho levasse lá a casa. E… foi o Ricardo! Todos os nomes das minhas personagens foram inspirados em pessoas reais.

A.: Tem algum livro um pouco autobiográfico?

M.R.: Todos são autobiográficos, porque todos têm episódios que se passaram comigo. Por exemplo, o “Assalto à Quinta” tem muito do Minho, quando eu ia a casa da minha avó.

A.: De que escritor português gosta mais?

M.R.: De Eça de Queirós e de todas as suas obras!

A.: Para finalizar, se nós quisermos começar a escrever, o que nos aconselha?

M.R.: Seja para escrever um conto, seja para uma grande história, pensem sempre bem e escolham um tema. Depois, organizem bem as ideias. Façam frases curtas e evitem repetir palavras. Usem o dicionário e evitem erros ou incorreções ortográficas.

A.: Muito obrigado!

Alunos do 5º ano (perguntas da entrevista elaboradas nas aulas de Oficina de Leitura e Escrita Criativa)

A escritora Isabel Ricardo

A escritora Manuela Ribeiro

Feira de Minerais e Fósseis

Decorreu nos dias 20 e 21 de abril uma Feira de Minerais e Fósseis, na Biblioteca do Agrupamento, dinamizada pela empresa “Aventurina”.

A empresa convidada apresentou na Biblioteca uma grande variedade de minerais, fósseis e uma grande panóplia de objetos – artigos de decoração e bijuterias – feitos a partir de materiais geológicos. Os visitantes tiveram oportunidade de esclarecer as suas dúvidas quanto à origem dos materiais apresentados e adquirir alguns dos materiais expostos.

Assim, durante dois dias, a Geologia mobilizou toda a comunidade escolar na procura de explicações para a origem e beleza dos materiais que chegaram à Biblioteca do Agrupamento de Góis.

Os docentes de Ciências Naturais agradecem a presença de todos os visitantes.

Lúcia Cristina Silva Pinto

   

Oficina de Leitura e Escrita Criativa

CONJUGANDO VERBOS …

 COM NOME DE ANIMAIS

 

Eu VAMPIREI um belo pescoço de alguém.

Tu MACAQUEASTE nas árvores como um vaivém.

Ele CARACOLEOU lentamente no sofá.

Ela CAMALEOU qual arco-íris no deserto Sarah.

Nós JOANINHÁMOS voando, voando, até Lisboa.

Vós LOBIASTES ao luar de janeiro à toa.

Eles ELEFANTARAM na lama do rio.

Elas PASSARINHARAM fugindo do frio.

 

CONJUGANDO VERBOS …

COM NOME DE FRUTOS

 

Eu TANGERINO-ME muitas vezes ao calor.
Tu MELANCIAS-TE no verão a todo o vapor.

Ele CEREJA-SE com qualidade no Fundão.

Nós MANGAMO-NOS no quintal molhado.

Nós CENOURIAMO-NOS no quintal molhado.

Vós MIRTILIAI-VOS num doce estragado.

Eles ALARANJAM-SE num sumo refrescante.

Elas GOIABAM-SE num país lá muito distante.

 

Alunos do 5º Ano- Turmas A e B –  Oficina de Leitura e Escrita Criativa

 

 

O mapa do tesouro

 

O mapa vamos descobrir

O tesouro vamos descobrir

Todos vamos contribuir

Para o Mundo ajudar.

 

Ninguém vai escapar

De todos nos vamos lembrar

O Mundo vai renascer

E alegria vamos ter.

 

Soraia Queirós

 

O Mundo dos “ãos”

O balão do João é vermelhão, tem lá dentro muito algodão.

O João tem muita paixão por pão, era capaz de comer um tubarão!

O Simão cortou a vegetação do seu casarão. O seu cão é um comilão, faz uma boa alimentação.

Eu transporto a paixão no meu coração!

Mariana 6ºA

 

O Simão tem uma enorme vontade de comer camarão. Foi ao Japão, porque ganhou um milhão.

Foi então, o Simão andar de balão, por ser a sua grande paixão, e ainda viu um enorme dragão.

Tatiana 6ºA

 

O Julião é comilão

Por ser do Japão

Ele gosta de comer arroz com grão

A cada refeição do Islão.

 

O Fabião é valentão

Porque o seu pai era do Paquistão

Foi lá para o batalhão

Mas saiu de lá, como um furacão.

 

O João é microcirurgião

Então teve de fazer uma intervenção ao Simão

Que apanhou uma intoxicação no Japão

Com um camarão.

João 6ºA

 

O João comeu um melão,

O avô viajou para o Japão,

O tio comprou um carrão,

E o cão comeu um chourição.

 

Hoje comi camarão

Fiquei com uma intoxicação

Fui ao cirurgião

E fui fazer uma operação.

Carolina 6ºA

 

O João vive num casarão perto do Japão, vai passear de avião e a ver televisão. Tem um cão que gosta de comer salpicão e de comer pão. O seu amigo Simão, que é um comilão, ficou a tomar conta do cão. O amigo do Simão foi jogar no euromilhão e ganhou um milhão. Assim que soube, avisou o patrão que o mandou ir comer melão.

O amigo do Simão, tinha um sonho que era andar de foguetão, sem pensar no patrão.

O Simão levou o cão a andar de foguetão.

Lara

 

O cão do João é o melhor do casarão, que tinha um canhão por causa do ladrão, que roubara um pavão.

Enquanto isso, o Simão pescava um peixão no Japão, durante uma expedição.

Carlos

 

O Simão entrou num casarão e por ser um grande comilão andava sempre a comer melão e salmão.

O Simão foi ao hospital fazer uma operação à mão, com o cirurgião João Antão. No fim, foi comer leitão.

Francisca

 

 

U – A letra Proibida

Certo dia o Joãozinho o amoroso coelhinho estava a passar no meio do caminho e encontrara o ovinho branco e redondinho. Então, o coelhinho decidira levar o ovinho para a casinha dele.

Após terem passado vários dias decidira comer o ovinho e sem mais pôs-se a cozinhar. Para espanto do Joãozinho o ovinho rachara e de dentro dele saíra o pintainho, sendo mais tarde chamado Amarelinho, por ser tão amarelo.

Prof. Cláudia Luis

Alunas: Ana José e Soraia Queirós

 

 

Brainstorm – A letra Obrigatória e

Eduarda era elegante e estudava estética, embora engordara excessivamente em Estocolmo. Era empenhada e empolgada, embora estava exausta.

Enquanto estudava em Estocolmo, Eduarda encontrara Eva. Então, enviara E-mail em espanhol.

Eventualmente, encontraram-se em Évora. Em equipa, exploraram energeticamente: éguas, esquilos, elefante…etc…

Enfim, eficazmente experiência educativa, económico e electrizante…

Prof. Cláudia Luis

Alunas: Ana José e Soraia Queirós

 

 

Poema Coletivo

Mar e Fantasia

 

Tatiana – O mar é gelado,

                 Mas muito relaxante.

Mariana – As conchas com que brincava,

                    deixei-as na areia.

Francisca – O Sol acorda brilhante e sorridente!

Lara – Na praia, a brisa é suave e reconfortante.

Ana – Perto da costa havia uma Gaivota,

            que voava de forma perfeita.         

Carlos – Nas férias posso explorar o mundo, pois

João – a Fantasia que paira na minha imaginação,

            É a de um explorador!

Alunos do 6ºA

 

 

POEMA COM OS NOMES DOS ALUNOS

 

Eu, EVA, rebolo toda satisfeita na relva.

Tu, RAFAEL, jogas berlindes e desenhas um anel.

Ele, ROGÉRIO, preguiçoso e é um mistério.

Ela, MAFALDA, revela sempre a sua alma.

Nós, DIOGO e ANDRÉ, deliciamo-nos com um café.

Vós, SORAIA e RITA, comeis papaia e batata frita.

Eles, DAVID e TIAGO, correm longas horas pelo prado.

Elas, JOANA e DANIELA, amigas, sim, e com muita goela!

Alunos do 5º Ano – Turma A – Oficina de Leitura e Escrita Criativa

 

 

A SIMPLICIDADE DE ALGUÉM QUE GOSTA DE APRENDER …

OS ALUNOS

É tão bom ser ALUNO!

E aprender várias línguas,

ter professores que ensinam bem

e APRENDER, APRENDER, APRENDER!

 

Ter APOIOS é bom também,

porque nos permitem

superar dificuldades,

ajudam a ter boas notas,

para passar de ano.

 

A professora de Português

está sempre a ensinar

para aprender melhor,

para se ser alguém na Vida.

 

Todos os PROFESSORES

são bons, porque só querem

que os alunos com dificuldades

aprendam MAIS e MELHOR!

 

Daniela Santos -5ºA (“poema” oferecido a um dos seus professores no dia 3 de maio de 2017)

 

 

SIM, NÃO ou TALVEZ …

Diz “sim” ao boletim

Que eu pus no teu camarim.

 

Diz “não” ao camarão

Que eu vi no meio do chão.

 

Diz “talvez” à Inês

Que já namora p’la 3ª vez.

 

Diz “sim” ao pudim

Que eu vi quase no fim.

 

Diz “não” ao capitão

Que vi desmaiado no chão.

 

Diz “talvez” ao chinês

Que faz anos este mês.

Tiago Graça – 5ºA

 

 

SE EU FOSSE NUVEM …

 

Se eu fosse nuvem                                                                         Se eu fosse nuvem

Ia ver o mundo inteiro!                                                                Abria a minha barriga

Despejava a minha água toda

Se eu fosse nuvem                                                                         em cima do meu irmão André,

Gostava de ser cor-de-rosa,                                                      quando este estivesse na praia.

ter um nariz redondinho,

uma boquita bem desenhada,                                                 Ai, se eu fosse nuvem …

umas bochechinhas bem gordinhas,

cabelos dourados                                                                           Daniela Santos  – 5ºA

e um belo colar de pérolas.                                                        (elaborado na aula de  API – Português)

 

 

Se eu fosse nuvem

Dividia-me em nuvens pequeninas

e desenhava formas no céu:

estrelas, corações, cavalinhos,

meninas de mão dada, a brincar,

formando uma roda.

 

Se eu fosse nuvem

Pegava na mão duma menina

E levava-a comigo a passear.

 

 

POEMA

RIMAS COM NOMES DOS ALUNOS DO 5ºB

Eu, MIGUEL, não me ajeito com o papel.

Tu, JULIANA, aborreces, às vezes, a Ana?!

Ele, SANDRO, mostra-se  sempre malandro.

Ela, BEATRIZ, passou de ano, por um triz?!

Nós, JORGE e CONSTANÇA, não queremos ter pança.

Vós, PAULO e SIMÃO, sois fortes como um leão …

Eles, FRANCISCO e ROBERTO, o 1º caladinho e o 2º esperto?

Elas, RITA e ANDREIA, gritam ou “coacheiam”?!

Miguel Ângelo – 5º B (elaborado na aula de API – ditado pelo aluno)

 

Concurso Nacional de Leitura (fase regional)

No passado dia 27 de abril realizou-se, na Biblioteca e Casa da Cultura de Oliveira do Hospital, a fase regional do Concurso Nacional de Leitura. Participaram cerca de 140 alunos e 40 professores de escolas da região de Coimbra.

O nosso Agrupamento de Escolas foi representado pelos  alunos Margarida Bandeira, Mafalda Ribeiro e Mauro Marmé, acompanhados pelos docentes Albertina Nogueira e José Santos.

Registamos a participação empenhada e entusiástica dos nossos alunos, ainda que não tenham sido apurados para a fase nacional, para a qual transitaram apenas 2 alunos do total de participantes.

   

   

Relações Interpessoais

A Escola é um local privilegiado de socialização e, portanto, favorável ao desenvolvimento de sentimentos, afetos e emoções que podem num determinado momento gerar conflitos. Com o objetivo de prevenir situações conflituosas que possam conduzir a atos de violência em contexto escolar, o GAAF – Gabinete de Apoio ao Aluno e à Família, promoveu a dinamização de sessões sobre relações interpessoais, dirigidas a todos os alunos do 1º Ciclo do Agrupamento de Escolas de Góis. As sessões visaram a promoção da reflexão e diálogo sobre o tema, com o objetivo da redução de eventuais conflitos e a melhoria das relações interpessoais em contexto escolar.

A Coordenadora do GAAF

Susana Rodrigues

 

Comemoração do Dia da Europa – 9 de Maio

No final do 2º período e início do 3º período, os alunos de Educação Musical e Música ensaiaram, com a professora Carla Carvalho, o hino da alegria ou Ode à Alegria (4º movimento da 9º Sinfonia de Ludwig van Beethoven). No dia 9 de maio, no intervalo da manhã, a comunidade educativa foi agraciada com um momento musical que assinalou a comemoração do Dia da Europa. A Ode à Alegria foi adotada pelo Conselho da Europa como Hino da União Europeia e pretende sensibilizar para os ideais de liberdade, paz e solidariedade subjacentes à construção Europeia, numa linguagem universal – a música. Vários alunos do 2º e 3º ciclo participaram voluntariamente nesta atividade, que também contou com a colaboração do professor José Carlos da Biblioteca Escolar.

As professoras de Educação Musical, Música e Geografia – Carla Carvalho e Clara Pilar

 

Visita de estudo à Oficina da Segurança na Lousã

O grupo de crianças da Educação Pré-escolar de Góis realizou uma visita de estudo à Oficina da Segurança na Lousã.

Descobriram que já sabem muito sobre a Floresta quando foram capazes de responder acertadamente às perguntas que foram feitas num jogo interativo, mas também aprenderam muito sobre outros assuntos:

– Sinais de trânsito que informam, outros que proíbem,

– Regras para peões e condutores e passageiros para que tudo corra bem,

– Perigos escondidos nas divisões das nossas casas, que estão sempre a espreitar,

Descobriram ainda sobre a profissão Policia/GNR até porque alguns sonham ser “Chefes de Polícias” e nunca se sabe…

Foi um dia divertido e claro…  a brincar a brincar estamos sempre a aprender!

Educação Pré Escolar de Góis

   

Concurso de Rosas-dos-ventos

No final do 1º período, a professora de Geografia lançou um desafio aos alunos do 7º ano: construir uma rosa-dos-ventos para o concurso que decorreu durante o 2º período. A adesão foi grande: quase todos os alunos participaram, entregando trabalhos realizados com materiais diversos, desde o papel à cartolina, da madeira ao metal. No final do 2º período os trabalhos foram avaliados e os melhores foram expostos na escola. Os alunos Leandro Marmé da turma A e Cristiana Estevão, Diogo Martins e José Ferreira da turma B, foram os vencedores do concurso e receberam uma bússola. Parabéns!!!

A professora de Geografia: Clara Pilar